quinta-feira, 17 de abril de 2008

Partners - Joachim Fell

Se o Memorial Carpinteiro Albino está a ter êxito, deve-se também ás pistas que nos ajudaram a colocar esta aventura de pé.
Iniciaremos um tema "quem é quem", para mostrar outros protagonistas desta prova: os donos das pistas onde o Memorial passou.

Ao passarmos com a prova pela Adrenaline conhecemo-lo, mas pelo sim pelo não recordemo-lo:
Joachim Fell, austríaco de berço, germânico por convicção, delicia-se por picanha finalizando com o seu Apfelstrudel, adepto do GAK sonha com bom tempo para poder dar umas passeatas de BTT. Gostava de ter um Dodge Viper, mas contenta-se com um VW, no slot adora a marca RACER.

Como chegar à Diorama

A pista de velocidade da Diorama


Encostar à direita na descida, direcção Almada – Na via que vem da Caparica, ou passa por baixo do primeiro túnel ou contorna a primeira rotunda direcção Laranjeiro – 2ª rotunda (grande) vai pela direita, passa pela velocidade controlada a 50 Kms/hora até à próxima rotunda grande – Aí vai em frente até à rotunda seguinte que é pequena- vira à esquerda nessa rotunda e sobe – vira à direita na primeira rua que encontra – no cruzamento onde está (à direita ) um stand da Honda vira à direita e desce – Do lado direito tem a Mercedes – Vira à esquerda mesmo em frente do stand – começa a subir e vai sobre a direita já que as 2 próximas ruas não têm saída – vai desaguar numa série de armazéns – é aí no que está assinalado – e quando estacionarem cuidado não pôr o “coche” à frente das portas corrediças.

Coordenadas para GPS

9º9'57" O / 38.º38'43" N

José Carpinteiro Albino

O piloto é o português José Carpinteiro Albino e o co-piloto é P. Pereira. O Rali TAP viria a estar na origem do Rali de Portugal, que chegou a ser considerado o melhor rali do mundo. Em 1967 iniciaram o Rali TAP 52 equipas mas apenas terminaram 8 equipas. Muitas equipas foram vítimas da dureza das etapas. José Carpinteiro Albino soube gerir muito bem a mecânica do seu Renault 8 Gordini e aproveitou as desistências dos favoritos para garantir a vitória. Mas só na última etapa é que garantiu a liderança do rali quando desistiu o piloto oficial da Renault, Jean-Pierre Nicolas.
José Carpinteiro Albino começou a competir com um Mini Cooper, tendo guiado o Renault 8 Gordini nos anos de 1967 e 1968. Ao longo da sua carreira utilizou outros carros: Saab 96 V4, Volkswagen, Fiat 125 e Fiat 124 Spider. Foi Campeão Nacional de Ralis (Turismo Especial) em 1970. Em 1974 abandonou as competições automobilísticas. J. Carpinteiro Albino faleceu em 2002.


















Procuramos mais informações sobre este grande piloto. Se a possuir, ajude-nos a completar a história. Fotografias gentilmente cedidas por Eduardo Carpinteiro Albino.

Relato da Prova da Slot Arrabida

Foi muito agradável de seguir esta 1ª prova do Memorial Carpinteiro Albino, que decorreu segundo a opinião geral dos participantes, muitíssimo bem e com uma organização isenta de qualquer reparo tanto pela rapidez na sequência das PEC’s, pelo aspecto geral na concepção dos troços, como pela rapidez na apresentação dos resultados de cada etapa. Está por isso de parabéns o Slot Clube da Arrábida.
A Nível da competição, esta desenrolou-se por 3 etapas, cada uma com 4 troços. Muito embora a ordem de partida tenha ficado estabelecida pelo prólogo, saindo para a “estrada”, em primeiro lugar, os mais rápidos, na 1ª PEC a surpresa veio do Corvett de Pedro Menezes, a sair quase do fim do pelotão, uma vez que não tinha comparecido no prólogo e que pôs “em sentido” os restantes mais rápidos, o 911 de Mário Rosas, Filipe Pires, no Fiat 124 e Pedro Figueiras no Escort, todos a perderem 1 segundo, com João Cavaco, no Ferrari GTO logo a seguir com 2 segundos.
José Serrão e Jaime Almeida perdiam-se neste inicio, um por despistes, era o primeiro a sair, e o segundo com problemas com um punho avariado, substituído à ultima hora.
Entre as Senhoras, Elisabete Duarte batia Catarina Teixeira por 3 segundos deixando Mizé a 5.
A 2ª PEC trouxe aos concorrentes alguma inquietação na zona de troço com relva, que foi desaparecendo com o decorrer das duas outras rondas.
Aqui, João Cavaco impôs-se, com Filipe Pires e Pedro Figueiras a perderem algum terreno a serem os mais penalizados neste troço, onde perderam cerca de 7 segundos para o Ferrari.
Entre as Senhoras, Mizé dava um ar da sua graça batendo a concorrência.
Nas 3ª e 4ª etapas, o Porsche 911 impôs-se à concorrência, sendo Filipe Pires aquele cujos tempos mais se aproximaram do 1º.
Grande azar para António Garcia cujo Citroen 2CV não aguenta tanta esforço, começando aqui as suas dores de cabeça com um motor a querer ir-se embora.
A 2ª etapa inicia-se com Mário Rosas a tentar defender o seu 1º Lugar, ganhando as 5ª e 6ª PEC’s, mas com João Cavaco com o Ferrari no seu encalço, perdendo apenas 1 segundo.
Estava encontrado o quarteto de onde iria sair o vencedor.
Assim, na 7ª PEC, Pedro Menezes perde por milésimos para Filipe Pires, com Cavaco e Rosas respectivamente a 1 e 2 segundos.
Na 8ª PEC o Porsche volta a dominar e é talvez este troço que ainda irá ser repetido na 3ª etapa que irá garantir o 1º lugar geral, já que as vitórias nas 9ª e 10ª PEC’s e do 124 Spyder na 11ª, não apresentavam ganhos substanciais.
Nas Senhoras, a luta era constante. Catarina Teixeira, no seu Healy ganha a 3ª PEC, onde Mizé não se entendeu muito bem e Elisabete Duarte desforra-se ganhando a 4ª PEC, com o duelo só acabar no fim do rali e favorável a Elisabete Duarte por 12 segundos. Este resultado não espelha a luta que existiu entre ambas as concorrentes, quando analisamos a diferença final, apenas porque na 1ª PEC Catarina Teixeira demorou a aquecer…
Também os mais jovens, Bernardo Rodrigues e Eduardo Fernandes não escaparam a uma guerra amigável, tendo valido ao Eduardo a sua maior calma.
E curioso será observar os resultados finais. O 3º Classificado, Pedro Menezes, fica a 173 milésimos do 2º, João Cavaco. Nos lugares secundários a luta também foi constante. Entre o 1º lugar, Gustavo Branquinho e João Garcia, a diferença cifrou-se em 941 milésimos; entre o 14º, Neto Rodrigues e Jorge Gregório, a diferença foi de 693 milésimos; André Pontes ficou a 29 centésimos do 20º, Ivo Tavares; Elisabete Duarte a 633 milésimos do 23º, Vasco Teixeira; Ricardo Terceiro a 988 milésimos da 26ª classificada, Catarina Teixeira.
Por tudo isto se poderá perceber quão disputada foi a prova e daí o pólo de interesse manifestado tanto por concorrentes como pela assistência.
Não admira que o número de concorrentes venha a aumentar e até lá vamos esperar pela próxima prova a realizar-se já no mês de Dezembro.









Relato da Prova do STC

No passado Sábado correu-se a 2ª prova a contar para o Memorial Carpinteiro Albino, desta vez nas instalações do STC, em Queluz de Baixo.

Para esta prova apresentaram-se à partida 34 concorrentes, ávidos em obterem ainda melhores resultados conseguidos no rali anterior.

Em termos de novidades, José Martins apresentava uma nova montada em substituição do Alpine, um Porsche Carrera 2.7, réplica do carro de Américo Nunes, no tempo do Vip Racing Team, um carro que marcou a sua época, principalmente pela sua decoração integralmente feita com papel autocolante.

Também novidade foram naturalmente duas caras novas e que aderiram a este Memorial. Olga Baptista, com um Renault 8s e Luís Filipe Carvalho com um Fiat 124 Spyder. Muito embora tenha sido inscrito mais uma réplica, desta vez um Cooper S, o de César Torres, para mais uma concorrente, mas por motivos de saúde, ainda não foi desta vez que o vimos a andar.

Em termos organizativos, este Memorial continua a espantar-nos. Se das primeiras provas, o Memorial de apresentação e o 1ºrali organizado pelo Slot Clube da Arrábida, não houve nada a reclamar, relativamente a toda a organização, levando cada uma um louvor dos participantes, nesta poder-se-á dizer que nada se pôde reclamar, já que, do Clube organizador, o STC, ninguém deu a cara a não ser para os “comes e bebes”.

Valeu a abnegação dos elementos do MCA bem acompanhados por outros concorrentes para colmatar essa falta.

Por alguma razão este Memorial está a ser muito “suigéneris”. Pena é que este Clube não tenha percebido não só o esforço do “alma mater”deste evento nem o carinho com que foi aceite tanto por patrocinadores como pelos concorrentes, esses sim um lote incrível de verdadeiros “gentlemen and women slot drivers” que voltaram a proporcionar um nível de convívio entre todos suficiente para, de algum modo, suplantar todas as dificuldades com que alguns elementos se confrontaram.

Em termos desportivos esta crónica vai iniciar-se pelos chamados “bravos do pelotão”, aqueles que, indiferentes às guerras para os primeiros lugares à geral, vão mantendo umas batalhas entre si, para a melhor classificação no agrupamento.

No campo dos carros de Turismo, desta vez os BMW 2002 tii estiveram imbatíveis, através tanto de Jaime Almeida como de Luís Santos, ambos a protagonizarem uma luta fratricida acabando apenas com uma diferença de 6 segundos no fim de 6 passagens. Assim a frio,até dá a ideia que Jaime Almeida foi ganhando 1 segundo por troço.

No entanto se no 1º troço Jaime ganhou 2 segundos, no 2º Luís Santos ganhou 3, para a seguir não aguentar a pressão e perder 10, para se recompor e igualar no seguinte. Na 3ª etapa em ambos os troços foi galgando segundos e se mais troços houvesse, talvez as posições se tivessem alterado.

Em 3º lugar do agrupamento, manteve-se Luís Cardoso cujo Alfa não se deu muito bem com o troço de terra cuja trepidação provocava descontrole no modelo.

Para o 4º lugar, voltou a verificar-se nova luta. Desta vez, o pequeno Abarth de Paulo Campos teve que “suar as estopinhas” para aguentar a andamento surpreendente do Saab 96 de Fernando Maia, que, demorou a aquecer. Se na 1ª Etapa perdeu 5 segundos para o Abarth, empataram na 2ª Etapa e um despiste na última PEC determinou a classificação.

Outra luta interessante manteve Luís Góis , BMW 2002, Jorge Gregório, Cortina Lotus e Ivo Tavares terminando a escassos 4 segundos entre este trio.

Entre as Senhoras, Elisabete Duarte e Catarina Teixeira mantêm vivo o seu duelo com vantagem para o AC Cobra, por 3 segundos, em relação ao Austin Healey.

Mizé e Celeste Cardoso estão mais atrás fruto de , digo eu, pouco treino (as lides da casa a quanto obrigas…). Por inteira culpa do seu preparador, Olga Batista não pôde mostrar os seus dotes, com um Renault 8 s a precisar de melhoramentos.

Quanto ao grupo dos Grande Turismo, Filipe Pires continua a mostrar a sua classe, mantendo-se sempre na luta pelo título. Nesta prova, para além de ter ganho no grupo, foi o segundo classificado à geral. Mário Rosas ainda esboçou uma tentativa de ataque mas um despiste no 2º troço, numa zona com pouco público, originou uma perca de muito tempo para voltar a pôr o carro na “estrada”, conseguindo mesmo assim assegurar o 2º posto à frente dos combativos José Martins e Álvaro Simões, também eles diferenciados por 2 segundos. Mais atrás, João Garcia nada conseguiu fazer contra o duo de Jaguares XK 120 de Carlos Ferrari e Paulo Chaves.

Para a classificação geral voltou-se a assistir a uma guerra feroz entre José Serrão de Faria, Filipe Pires, João Cavaco e Pedro Menezes, que acabaram por esta ordem.

Para se ter uma percepção do empenho destes quatro concorrentes, fica aqui a soma total de pontos de cada um, respectivamente 270,844 para o 1º, 273,492 para o 2º, 276,316 para o 3º , e 276,491 para o 4º classificados.

Muito embora a prova não tenha corrido isenta de problemas, (o troço nº 1 que servia para 3 passagens, acusou problemas na tomada de tempos, pelo que teve que ser anulado,) é um facto que, por vezes também ouvimos falar de problemas que surgem nas provas de estrada na escala 1/1. Não é desculpável e obriga à Direcção deste Memorial a ser mais intransigente com os clubes organizadores.

Não me querendo alongar mais na crónica, lembro-vos que este Memorial contempla modelos de carros de épocas diferentes e de provas também diferentes.

Estas duas primeiras provas contemplaram a época mais recente em que os resultados se obtinham em PECs (Provas Especiais de Classificação) onde os troços eram fechados e o resultado era obtido em andamento o mais rápido possível.

Agora há que contemplar-se as provas mais antigas, onde o percurso era idealizado em estrada aberta ao trânsito e onde prevaleciam as médias e os controles horários apertados, por vezes com Kms roubados. Hoje em dia, também encontramos provas de clássicos, em circuito, onde os concorrentes são obrigados a manter uma média previamente estipulada pelos próprios e onde se vai considerar como penalização as diferenças em cada volta.

Em França existe um troféu com várias provas de 6 horas para dois ou três condutores com este princípio.

Neste contexto, não me admiraria se, na próxima prova que vai contemplar um cenário destes, aparecesse o Citroen 2 CV em 1º lugar (isto se o Garcia não for preguiçoso e fizer uns pequenos ajustes na viatura).

Proximamente voltaremos a dar notícias sobre a prova.



Relato da Prova da Adrenaline

Decorreu no passado domingo, 13, mais uma prova do Memorial Carpinteiro Albino.

De registar a grande afluência de concorrentes inscritos, 53, o que demonstra o entusiasmo que este evento está a merecer por parte dos aficionados pelo slot.

De realçar também o esforço dos homens da ADRENALINE, ao transformar o espaço existente, exclusivo para velocidade com duas pistas, em três troços de rali que excederam todas as expectativas pelas suas características.

Assim, da pista Ninco, criou-se um troço rápido mas com muita condução, a que se seguia uma 2ª classificativa muito sinuosa, inserida numa maquete idealizada de propósito, lindíssima, cheia de pormenores onde não faltou o santuário (não desse o dia 13 para o torto), para acabar em mais um troço montado em cima da outra pista existente, um meio termo de classificativa rápida com curvas para “enganar meninos”.

Em termos desportivos, José Serrão de Faria e Filipe Pires, desde cedo demonstraram que estavam ali para ganhar, dilatando substancialmente a distância para os 3º e 4º classificados, respectivamente, Bruno Mendes, uma das surpresas desta prova, com um AC Cobra da Ninco e Pedro Menezes no Corvette habitual. Curiosa a diferença no final entre estes dois já que se cifrou em 0,062 milésimos .

Na classificação para Senhoras, destaque para Catarina Teixeira que se apresentou em grande forma garantindo o 1º lugar entre “elas” e o 9º dos Históricos-65, relegando para a 2ª posição a sua maior adversária, Elizabete Duarte.

Com um andamento muito vivo, surpreendeu-nos Maria do Céu Nunes, com um Lancia Stratos, que, com mais uns treinos, será uma ameaça ao titulo nesta categoria.

Nos Juniores, Vasco Simões, Alpine SCX, muito bem afinado, veio determinado a vencer o duelo com os seus contendores mais chegados, vencendo destacado, deixando atrás de si Ricardo Almeida, AC Cobra, Vasco Gil, Austin Healey e Bernardo Rodrigues, em Alfa Rameo GTam a lutarem pelos lugares seguintes, enquanto Ricardo Dias, 124 Spyder, Eduardo Fernandes, Porsche 356 e Marta Dias, BMW 2002, a formarem outro grupo mais atrás.

De salientar a nítida subida de forma dos demais, tanto em termos de andamento como de performance dos modelos.

Apráz-nos registar a profusão de modelos apresentados, havendo a destacar a nova montada de Paulo Campos, um bonito Lancia Fulvia HF, a nova “arma” da Ninco, o Ferrari Testa Rossa (que se estriou com um 6º lugar absoluto), o belíssimo Ferrari 166 MM de Rui Ramos na sua primeira saída e os Porsche Spyder da Revell.

De réplicas nacionais é que “vamos mal”, mantendo-se no “elenco” os já vistos Mercedes 300 SL(Carlos Faustino) e os Porsches 911 (Américo Nunes).

Mas onde estão os “manitas” ?

MR






Relato da Prova do Cacém

Consequência de um fim de semana de Carnaval com uma possível ponte na 2ª feira, para alguns, a 4ª prova do Memorial Carpinteiro Albino, a prova de circuito no Cacém, foi aquela que menos concorrentes registou, sendo apenas 26 participantes. Foi pena porque o AESlot Club merecia a “casa cheia” não só pela competência mas também pela maneira de receber, sempre muito agradável.

Mas nem por isso a prova foi monótona ou sem interesse. Nada disso. Foi mesmo entusiasmante para quem pôde presenciar as diversas mangas que compunham esta prova já que não estávamos na presença de carros de velocidade, capazes de fazerem o circuito no segundo 8, mas mesmo no 12, as lutas foram constantes e cheias de emoção.

Filipe Pires, um dos “habitués” do Cacém, ( e mesmo que não fosse, haveria sempre que contar com ele), deixou bem longe a concorrência e tornou-se (já era) o líder incontestado deste evento e, se não lhe pagarem as viagens para a Madeira em todos os fins de semana que restam com provas do Memorial, bem ficarão todos a lutar para o primeiro dos últimos, que é como quem diz, o segundo lugar.

E já que começamos pelo grupo Clássicos GT, Américo Penedos mostrou que não está para brincadeiras, registando o 2º lugar deste grupo.

Mal esteve Américo Nunes, quero dizer Mário Rosas, cuja “bomba verde” se apresentou com problemas nos injectores (entupidos ?? ) e mais parecia um turbo, a sair aos esticões, tendo num desses ditos, com despiste, ficado sem para choques traseiros, graças à fogosidade da Catarina Teixeira, qual TGV tentando chegar a horas ao destino.(nunca mais irá atravessar uma passagem de nível sem guarda, sem olhar para ambos os lados).

Nos Históricos GT, Bruno Mendes veio para ficar. Na prova anterior já tinha mostrado os seus créditos e deste vez foi o concorrente que mais se aproximou do numero de voltas conseguido pelo Filipe Pires.

Catarina Teixeira, a fazer uma prova soberba, voltou a bater Elisabete Duarte, a sua mais directa adversária na taça das Senhoras, tendo ficado mesmo em 2º lugar da sua categoria e 4ª da geral.

Nos Clássicos Turismo, luta interessante entre os BMW de Luís Santos e Jaime Almeida, favorável ao primeiro apenas por l volta, ficando Mizé com o seu Seat na 3ª posição e Celeste Cardoso em 4º lugar, o que, com este resultado e porque nesta prova os grupos estavam mais divididos, irão subir na classificação geral deste Memorial.

Deixei para o fim a corrida mais emotiva, a dos Históricos Turismo, onde os 4 centímetros de largura entre rodas e com motores fracos, prometia, à partida, uns 20 minutos de repouso debaixo de um chaparro. Pois esta opinião generalizada dissipou-se quando os motores começaram a roncar pelo alcatrão. Era vê-los em curvas em duas rodas, outras em capotas, o V4 do Saab do Fernando Maia ,de início, a chegar para o Abarth 1000 de Ivo Tavares e o 850 TC no seu encalço (maldita soja, senão até ia à frente), enfim um fartote que acabou com uma grandiosa salva de palmas. E por pouco não chegaram para o Alfa Giulia de Luís Cardoso, a ganhar o grupo, apenas por 1 volta para o Lotus Cortina de Jorge Gregório, qual Jim Clark na época.

A maioria, pilotos, público, e organizadores, deu por muito bem empregue o tempo dispensado nesta prova, onde a boa disposição, de mãos dadas com a competição em slot, continua a ser o ponto de referência deste Memorial Carpinteiro Albino.